Itália, 1973.


Músicos:

Enrico Rosa: guitarra, vocais, melotrom
Alfredo Barducci:
trombone, flauta, piano, órgão, vocais
Paul Richard: baixo, vocais
Mauro Sarti: bateria, percussão, flauta, vocais
Carlo Felice Marcovecchio: bateria, percussão, vocais


Faixas:

1. Primo Tempo (8:10)
2. Secundo Tempo (3:20)
3. Terzo Tempo (6:20)
4. Quarto Tempo (3:15)
5. Quinto Tempo (5:58)
6. Sesto Tempo (5:12)
7. Settimo Tempo (8:28)

 

Tempo total: 40:43


Campo di Marte 

Campo di Marte

 
Dados da resenha:
Autor: André (Junius Expulso); recebida em: 01/05/04.
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Nos anos 70, tantos foram os temas de discussão, que acabaram sendo reproduzidos nos discos, a maioria tomada como ideais, que suscitaram emoções que foram capazes até de formar movimentos de grupo. Alguns morreram com o tempo, outros permanecem até os dias de hoje, como por exemplo o da paz.
Não se sabe se o nome do grupo inclua o mitológico deus da guerra como manifesto de luta, mas o textos e a atmosfera levam para esse lado realmente.
Estranha a escolha dos títulos: Uma numeração em tempos (do primeiro ao sétimo).
É formidável a vontade do grupo de propor um trabalho variado e original: Muitas composições (como por exemplo "Primo tempo") se desenvolvem em mais temas, ligeiros e pesados, acústicos e elétricos, lentos e mais longos. Se nota uma atmosfera extremamente tirada (... Quase de um campo de batalha...) com guitarras distorcidas em primeiro plano acompanhadas de longas cavalgadas de baixo e bateria com ótimos teclados, enquanto que as flautas se cruzam os cornos num sutil mosaico de notas em "Secondo tempo" e "Quinto tempo".
Há ainda acenos para fora do progressivo: "Quarto tempo" tem uma apronta clássica enquanto "Sétimo tempo" quase jazz, ao menos em algumas partes. Há ainda algumas intervenções de guitarra que não podem catalogar como rock e se nota já desde a primeira audição uma mercada diferença entre o violão, sempre linear, preciso e limpo e a guitarra, potente e, em algumas partes, quase maltratada. Basta sentir o início de "Terzo tempo" (a faixa melhor do disco ao lado de "Settimo tempo"). Um sólo inicial, caótico e perfeccionista ao mesmo tempo, que introduz ao belíssimo canto com ótimas partes de piano. Assinala-se ainda o grandioso sólo central que leva para o enérgico início.
Um disco aconselhadíssimo a todos fãs do progressivo italiano. A qualidade em muito se deve a Enrico Rosa, grande idealizador da obra e da volta da banda para 2003!!! Uma ótima notícia!!!
 

 
Dados da resenha:
Autor: v00; recebida em: 04/12/04.
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O Campo di Marte assim como Museo Rosenbach, Maxophone, Racomandata Ricevuta Ritorno, entre outras, lançou apenas um disco de estúdio, mas não um disco qualquer. Este álbum é muito bem composto e junta trechos pesados com trechos sinfônicos, por meio da flauta e do trombone, lembrando o único disco da banda Maxophone. As letras criticam as guerras. Muito recomendado para quem aprecia o progressivo sinfônico.