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Andy
Ward, bateria, percussão; Doug Ferguson,
baixo; Peter Bardens, orgão, minimoog,
piano acústico e elétrico, pipe organ, ARP
Odyssey; Andy Latimer, guitarras acústicas
e elétricas, slide guitar, flauta, vocal
Faixas:
1. The Great Marsh
2. Rhayader
3. Rhayader Goes To Town
4. Sanctuary
5. Fritha
6. The Snow Goose
7. Friendship
8. Migration
9. Rhayader Alone
10. Flight Of The Snow Goose
11. Preparation
12. Dunkirk
13. Epitaph
14. Fritha Alone
15. La Princesse Perdue
16. The Great Marsh
Tempo total: 43:05
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Camel
- The Snow Goose (1975)
Por Relayer
Em
75 é lançado o despretensioso "The Snow
Goose", um álbum inteiramente instrumental
(exceto algumas vocalizações) baseado em um
conto infantil de Paul Gallico. Este talvez seja o
álbum mais acessível da banda e também o que
mais vendeu, o que é de grande mérito pois é
definitivamente uma obra de arte, realizada impecávelmente
e de criativo valor. Ele é mais leve que os seus
predecessores, mas continua contando com o que de
melhor a banda tinha a oferecer, ou seja,
excelentes passagens intrumentais de ambos os
principais compositores, os quais deram forma a
esta obra conceitual íntegra e coesa em sua
totalidade.
Teclados
e guitarras ainda são as forças principais, bateria e
baixo não se destacam muito, mas formam uma base
sólida e competente. Andrew Latimer impressiona
com o sentimento de sua guitarra e flauta, ótimas
e memoráveis passagens são tocadas, é notada
sua influência do blues no seu modo de tocar.
Peter Bardens utiliza muito bem seu arsenal de
teclados, criando momentos e humores na música
que dão característa a essa obra. Por ser um
álbum conceitual ele segue uma história, não
só no título das faixas mas nas música em sí
também.
Em 1978 é lançado o álbum "A Live
Record" e nele uma apresentação completa do
Snow Goose gravada em 1975 com a Orquestra
Sinfônica de Londres, imperdível. "The Snow
Goose" é um álbum relativamente acessível,
até os que não gostam (ou não tem paciência)
de progressivo provavelmente conseguirão o
dicernir, certamente bem mais acessível que os
primeiros álbums do Camel, mas nem por isso é um
álbum ruim, muito pelo contrário, é ótimo. |