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Mike
Portnoy - Bateria.
John Petrucci - Guitarra. John Myung -
Baixo. Kevin Moore - Teclado. James
LaBrie - Vocal.
Participação especial: Jay
Beckenstein - Saxofone (em Another Day)
Faixas:
1 -
Pull Me Under
2 - Another Day
3 - Take The Time
4 - Surrounded
5 - Metropolis pt.1 - The Miracle And The Sleeper
6 - Under A Glass Moon
7 - Wait For Sleep
8 - Learning To Live
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Dream Theater - Images & Words (1992) Por
Lukes Wall
Em 1992, quando o grunge
assaltava o mundo, o Dream Theater lança o disco
que praticamente reacende o movimento Progressivo,
influenciando de algum modo todas as bandas
(anteriores e posteriores) deste movimento.
Images & Words é considerado, por muitos, o centro
do Progressivo e do Metal dos anos 90. É o álbum
mais balanceado do Dream Theater, sem as longas
passagens instrumentais de seus trabalhos
posteriores, tendo uma tendência maior para a
composição. Este álbum marca também a entrada do
muito contestado James LaBrie, um vocalista que
causa sensações extremas em seus ouvintes (do tipo
ame-o ou deixe-o).
Faixa a faixa:
Pull Me Under
A música mais famosa do Dream Theater. Teve um
clipe com alta rotação na MTV americana, na época.
É uma música simples (para os padrões da banda),
com boas melodias e refrão. A letra é vagamente
inspirada em Hamlet.
Another Day
Linda balada. Trata da morte do pai de John
Petrucci.
Take The Time
Faixa extremamente positiva, do ritmo (algo
próximo do funk) até as letra. Sua seção
instrumental apresenta ótimos solos e interações
entre os instrumentos.
Surrounded
Outra balada. Vale pela letra.
Metropolis pt.1
Gênese do disco Metropolis pt.2: Scenes From A
Memory, é um dos maiores trabalhos da carreira do
Dream Theater. Essa faixa justifica o nome do
álbum, passando verdadeiras imagens em sua seção
instrumental.
Under A Glass Moon
Música rápida. Ótimas melodias e um dos maiores
solos da história da guitarra. Se tornou o cartão
de visitas de John Petrucci.
Wait For Sleep
Introdução para a próxima música. Somente voz e
piano.
Learning To Live
Um dos épicos do Dream Theater. Traz à memória
outras obras progressivas acerca do
auto-conhecimento (Heart Of The Sunrise e
Epitaph). O outro
dessa música é um dos momentos mais celebrados nas
apresentações do Dream Theater.
A única coisa que faltou a esse disco foi uma
produção mais sólida. Seu som é bem característico
do Metal do início dos anos 90, com o lado agudo
causando muito estranhamento aos ouvidos, a
bateria em especial. O uso dos famigerados
triggers atrapalhou bastante a dinâmica do
intrumento e fez seu som ficar muito artificial.
Mas são apenas detalhes, a qualidade do material
supera todas essas pequenas falhas e contribui
para fazer deste um dos maiores trabalhos da
história do Progressivo.
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