
Keith
Emerson: Teclados, Mellotrons, Moog e
efeitos sonoros
Greg Lake: Baixo e Vocais
Carl Palmer: Bateria e percussão
Faixas:
CD 1
1. Hoedown
2. Tarkus
3. Endless Enigma (Pt. 1) /Fugue/Endless Enigma,
Pt. 2
4. At the Sign of the Swinging Cymbal
5. Sheriff
6. Take a Pebble
7. Lucky Man
CD 2
1. Piano Improvisions
2. Pictures at an Exhibition
3. Nutrocker
CD 3
1. Hoedown
2. Jerusalem
3. Toccata
4. Tarkus
5. Benny the Bouncer
6. Jeremy Bender/The Sheriff
7. Take a Pebble
8. Still... You Turn Me On
9. Lucky Man
CD 4
1. Piano Improvisions
2. Take a Pebble (Conclusion)
3. Karn Evil 9 First Impression
4. Karn Evil 9 Second Impression
5. Karn Evil 9 Third Impression
CD 5
1. Hoedown
2. Jerusalem
3. Toccata
4. Tarkus
5. Take a Pebble
6. Still... You Turn Me On
7. Lucky Man
8. Piano Improvision
CD 6
1. Take a Pebble (Conclusion)
2. Karn Evil 9 First Impression
3. Karn Evil 9 Second Impression (Incompleta)
4. Karn Evil 9 Third Impression
5. Pictures at an Exhibition:
CD 7
1. Peter Gunn Theme
2. Hoedown
3. Tarkus
4. Take a Pebble
5. Piano Concerto No. 1
6. Maple Leaf Rag
7. Take a Pebble
8. C'est la Vie
9. Lucky Man (incompleta)
CD 8
1. Karn Evil 9 Impression, Pt. 2
2. Tiger in a Spotlight
3. Watching Over You
4. Nutrocker
5. Pirates
6. Fanfare for the Common Man
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Emerson Lake & Palmer- Original
Bootleg Series From the Manticore Vaults Vol Two
(2001)
O segundo volume da
caixa, com 8 CDs, registra o trio ELP durante os
anos de 1972 a 1977, nas turnês dos discos
Trilogy, Brain salad surgery e Works
respectivamente. O material sofre do mesmo
problema do primeiro volume (registro precário
advindo de bootlegs, tirando o show de 1977
milagrosamente tirado da mesa de som) mas a
qualidade de som está um pouco melhor. Aqui
vemos o grupo atingir o seu ápice (sendo que
durante 1973/74 nem Pink Floyd e Led Zepellin
conseguiam superá-los) até a queda com o disco
Works.
Mesmo assim as performances estão
irrepreensíveis novamente, sendo que aqui o trio
atingiria o ápice de seu entrosamento e
eficiência.
Hammersmith Odeon - London, England 26/11/72
-Esse show, de promoção ao álbum trilogy, mostra
o grupo atingindo uma nova fase em suas
apresentações ao vivo. Mais grandiosos e com uma
boa comunicação de palco de um musico para outro
. Músicas como endlesse enigma, the sheriff e
até mesmo em take a pebble mostram um grupo
muito mais coeso em sua performance, preparando
o trio para a glória que os esperavam em pouco
tempo.
Henry Lewis Arena - Witchita, KA 26/3/74 -Aqui
temos uma apresentação durante a turnê do álbum
brain salad surgery, muitos consideram essa tour
(que durou de 1973/4) o ápice do grupo em suas
apresentações. Ouvindo esse disco percebemos o
por que. Aqui o grupo perde a timidez em
definitivo e abraça a grandiosidade, longos
temas e interpretações ousadas para suas
músicas. Destaque para a inclusão de músicas
pouco tocadas na turnê como Benny the Bouncer e
o medley Jeremy Bender/ The Sheriff. O único
porém talvez seja a qualidade de som muito
irregular, somada a constantes ruídos de uma
platéia excessivamente empolgada com a
performance (irritante em still you turn me on e
lucky man), mas nada que prejudique a audição do
álbum.
Rich Stadium - Buffalo, NY 26/7/74- E nesse
antológico show é que percebemos o quão bom o
trio estava nessa época e por que era chamado de
"o maior grupo do mundo" no período. De uma
antológica versão de Jerusalém, toccatta e
Tarkus (com a inclusão de um trecho de Epitaph
do Crimson) a grandiosa suíte Karn Evil 9, temos
um show muitas vezes melhor que o registrado no
disco triplo Welcome Back My Friends de 1974.
Ainda como um maravilhoso bônus, vemos o um
registro realmente muito bom de Pictures at an
Exhibition, utilizado como bis pelo Trio.
Civic Center - New Haven, CT 30/11/77 -Aqui
temos o grupo seguindo sua turnê do disco Works
e onde o trio começava a ser vencido pelo
próprio egocentrismo. No inicio da tour o grupo
utilizou uma orquestra que praticamente colocou
a banda em bancarrota, sem contar estranhas
extravagâncias (como um musico com uma mesa de
som própria, camarins com os mais diversos tipos
de enfeites etc.) e boas bandas que abririam
seus shows (Kansas e Journey entre outras).
Posteriormente o grupo lançaria mão de
excentricidades e voltaria para a formação trio
básica, mesmo que muito tarde para evitar sua
queda para com os fãs, criticas e as piadas dos
punks. Aqui entretanto vemos umas de suas
melhores performances na época registradas em
mesa de som, garantindo uma qualidade bem
razoável do mesmo (mesmo que Lucky Man esteja
cortada). Destaques para Tarkus (não muito
executada nessa turnê) e músicas dos dois
volumes do Works como Tiger In A Spotlight, Cest
la vie, Pirates e Fanfare For A Common man, que
funcionaram muito bem ao vivo.
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