
Inglaterra, 2003.
Ian Anderson:
flauta, baixo, violão, acordeão, percussão,
guitarra, vocais
James Duncan:
bateria
David Goodier:
baixo
Leslie Mandoki:
bateria, percussão
Ossi Schaller:
guitarra, violão
George Kopcsni:
guitarra, violão
Laszlo Bencker:
teclado, piano, moog, Mellotron
John O‘Hara:
acordeão
Andrew Giddings:
teclado, baixo
Com a
participação de
Quarteto de cordas Sturcz
1 Calliandra
Shade (The Cappuccino Song) (05:02)
2 Rupi’s Dance (03:00)
3 Lost In Crowds (05:37)
4 A Raft Of Penguins (03:34)
5 A Week Of Moments (04:27)
6 A Hand Of Thumbs (04:02)
7 Eurology (03:14)
8 Old Black Cat (03:40)
9 Photo Shop (03:20)
10 Pigeon Flying Over Berlin Zoo (04:18)
11 Griminelli’s Lament (02:56)
12 Not Ralitsa Vassileva (04:45)
13 Two Short Planks (04:00)
|
Ian Anderson
Rupis Dance
Dados da resenha:
Autor:
Stephen
Hackett (Hackett);
recebida em:
12/04/04.
Comente e veja outras opiniões
aqui.
Parece que a capacidade
de criar e produzir do líder do Jethro Tull é
inesgotável mesmo, desde o final dos anos 60 Ian
está na ativa com sua banda e de lá pra cá nunca
ficou longo tempo de molho, sempre envolvido em
muitos projetos que vão desde gravação de cd’s e
tours e sem esquecer o papel de compositor e
produtor, Ian nesse seu quarto trabalho solo
conseguiu compor uma série de belas e simples
canções. Rupi‘s dance é um trabalho de altíssimo
nível e na minha opinião melhor ainda que o seu
antecessor “Secret Language of birds”.
Trata-se de um disco bastante pessoal e que
converge para muita coisa da vida do compositor,
o encarte é repleto de confidências e impressões
do músico acerca de sua obras e cada música vem
acompanhada de um pequeno comentário acerca da
idéia que a originou. Lost in crowds é uma
música que traduz todo o lado anti-social de
Ian, Old Black Cat foi escrita horas após a
morte do gato que por 12 anos foi um dos bichos
de estimação de Ian, também aparece uma foto, na
capa do cd, que homenageia o animalzinho.
Griminelli’s Lament é em homenagem ao flautista
italiano Andrea Griminelli e por aí seguem as
canções sempre com alguma referência à vida e as
impressões do autor. Temos também duas belas
faixas instrumentais, a já citada
Griminelli’s Lament e Eurology, que é uma faixa
que vem sendo executada nos shows da atual turnê
do Jethro Tull que passou recentemente pelo
Brasil com absoluto sucesso de bilheteria nos
estados que passou.
Embora o álbum num todo seja muito bom eu
destaco as 3 primeiras faixas mais as duas
instrumentais como as melhores. Muito embora não
haja nada que seja diferente do que já se
conhece dos trabalhos anteriores do Jethro Tull
e da carreira solo de Ian, Rupi’s Dance deve
agradar os que já conhecem as composições de Ian
e os mais novos fãs pois a alta qualidade das
execuções, das composições e letras ainda estão
lá, afinal vem sendo assim (é verdade que com um
deslize ou outro,afinal ninguém é perfeito...)
desde o final da década de 60. |