Inglaterra, 2006.
Músicos:
Ted Parsons - Bateria
Diarmuid Dalton - Baixo
Justin 'GOD' Broadrick - Guitarra, teclado
Faixas:
1- Silver
2- Star
3- Wolves
4- Dead Eyes
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Jesu
Silver
Dados da resenha:
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Eu só estou escrevendo essa resenha pra eu postar junto a ela uma
enquete pedindo a avaliação da mesma. Po, é divertido. É claro que não
é só isso que me leva a escrever. O fato de eu estar com insônia, e não
ter puta que pariu nenhuma pra fazer, é decisivo. Eu poderia ver um
filme pornô, ou algo decente, mas estou aqui. E a namorada tá me
enchendo os culhões, pedindo pra eu teclar mais levemente, sem fazer
tanto esporro. Mas aqui estou! Não, eu não amo vocês, seus viados
chegados em mandar um lero numa jaca, com a intenção de práticas
sexuais desvantajosas. Eu to escrevendo pela linda enquete!
Pra parte burocrática (e tudo não é?): Justin Broadrick é aquele
monte de clichês para adjetivos que designam um fodão: Deus, gênio,
monstro, senhor, etc... Pulo a parte de quem ele é? Você não conhece?
Procure ali Broadrick na BOSTA de busca do SoundChaser, e entre no
tópico do Nunes Playmobil Camarão. Lá tem quem é ele, e que porra é o
Jesu. Então, naquela época do tópico (que, por sinal, nem menção faz ao
Ice. Porra, Nunes Cabeção!), esse EP, que é a musa da minha resenha
(aliás, no computador que estou se você fica 2 minutos sem mexer em
nada, aparece como protetor milhares de fotos de Viviane Araujo sem
merda de roupa nenhuma! NHAM NHAM! Vocês podem crer que eu fico o tempo
todo parado olhando pra tela esperando isso acontecer. Não é tão
estranho. Na casa de vocês, veadinhos, não tem uma pica de papel de
parede? E vocês não vivem com todas as janelas minimizadas para efeito
de prazer? Então!). Se quiser ler sobre o disco LP, porra, leia a do
Nuñes, e eu concordo com ele!
Tá, Silver tem 4 músicas, se tu já esqueceu. Uma por uma, porque é
fácil. A faixa-título é xuxu, tipo, o som clássico da banda. Poderia
estar no primeiro disco. Festa de distorção. Star
já é diferente. Nessa, o Jesu fica um pouco mais... Pop! A merda da
música fica na tua cabeça, a introdução na bateria seria um HIT numa
discoteca alienígena. E, embora ainda não dá pra entender que caceta
ele está cantando, dá pra ter uma idéia. Wolves é uma mistura das duas, e tem até uma espécie de refrão (Star
também tinha, mas não tão definido quanto aqui).
Po, as 3 são ótimas, monstruosas, lindas, mas a maravilha
mesmo é a última. Dead Eyes
é uma das músicas mais criativas que eu já ouvi. Ela é dividida em três
partes, que simulam o ato de cagar: A primeira, com vocal, e melodia
principal, seria a cagada em si. A segunda, a limpada no rabo (tem que
ter, a menos que tu seja um comunista), com uma guitarra ALTA pra
caralho, e sem tanto 'efeito' de estúdio como no resto do disco. E a
terceira, a descarga, com a repetição da melodia principal, sem vocal,
como uma despedida melancólica pra um barrão genial. Na música, só o
genial a define. Barrão fica pra essa resenha.
Então, amiguinhas, é isso. Tipo, não sei se eu levo alguém a
conhecer algo com essa macacada toda que eu faço, mas dessa vez eu
tentei. Como bem definiram no RateYourMusic, "isso seria o som do My
Bloody Valentine, se eles tivessem nascido no inferno". Merda de
comparação, mas é isso mesmo. Vale a pena conferir como algo consegue
ser light, e, ao mesmo tempo, devastador. O disco surte o seguinte
efeito: Tu vai se sentir como se estivesse jogadão no chão do quarto,
num belo dia de chuva. Santa viadagem, Batman!
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