Cover

Inglaterra, 2006.


Músicos:
Ted Parsons - Bateria
Diarmuid Dalton - Baixo
Justin 'GOD' Broadrick - Guitarra, teclado 


Faixas:
1- Silver
2- Star
3- Wolves
4- Dead Eyes


Jesu

Silver

 
Dados da resenha:
Autor: Marcelo (Dr. Alex Paterson); recebida em: 29/07/2006.
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Eu só estou escrevendo essa resenha pra eu postar junto a ela uma enquete pedindo a avaliação da mesma. Po, é divertido. É claro que não é só isso que me leva a escrever. O fato de eu estar com insônia, e não ter puta que pariu nenhuma pra fazer, é decisivo. Eu poderia ver um filme pornô, ou algo decente, mas estou aqui. E a namorada tá me enchendo os culhões, pedindo pra eu teclar mais levemente, sem fazer tanto esporro. Mas aqui estou! Não, eu não amo vocês, seus viados chegados em mandar um lero numa jaca, com a intenção de práticas sexuais desvantajosas. Eu to escrevendo pela linda enquete!

Pra parte burocrática (e tudo não é?): Justin Broadrick é aquele monte de clichês para adjetivos que designam um fodão: Deus, gênio, monstro, senhor, etc... Pulo a parte de quem ele é? Você não conhece? Procure ali Broadrick na BOSTA de busca do SoundChaser, e entre no tópico do Nunes Playmobil Camarão. Lá tem quem é ele, e que porra é o Jesu. Então, naquela época do tópico (que, por sinal, nem menção faz ao Ice. Porra, Nunes Cabeção!), esse EP, que é a musa da minha resenha (aliás, no computador que estou se você fica 2 minutos sem mexer em nada, aparece como protetor milhares de fotos de Viviane Araujo sem merda de roupa nenhuma! NHAM NHAM! Vocês podem crer que eu fico o tempo todo parado olhando pra tela esperando isso acontecer. Não é tão estranho. Na casa de vocês, veadinhos, não tem uma pica de papel de parede? E vocês não vivem com todas as janelas minimizadas para efeito de prazer? Então!). Se quiser ler sobre o disco LP, porra, leia a do Nuñes, e eu concordo com ele!

Tá, Silver tem 4 músicas, se tu já esqueceu. Uma por uma, porque é fácil. A faixa-título é xuxu, tipo, o som clássico da banda. Poderia estar no primeiro disco. Festa de distorção. Star já é diferente. Nessa, o Jesu fica um pouco mais... Pop! A merda da música fica na tua cabeça, a introdução na bateria seria um HIT numa discoteca alienígena. E, embora ainda não dá pra entender que caceta ele está cantando, dá pra ter uma idéia. Wolves é uma mistura das duas, e tem até uma espécie de refrão (Star também tinha, mas não tão definido quanto aqui). Po, as 3 são ótimas, monstruosas, lindas, mas a maravilha mesmo é a última. Dead Eyes é uma das músicas mais criativas que eu já ouvi. Ela é dividida em três partes, que simulam o ato de cagar: A primeira, com vocal, e melodia principal, seria a cagada em si. A segunda, a limpada no rabo (tem que ter, a menos que tu seja um comunista), com uma guitarra ALTA pra caralho, e sem tanto 'efeito' de estúdio como no resto do disco. E a terceira, a descarga, com a repetição da melodia principal, sem vocal, como uma despedida melancólica pra um barrão genial. Na música, só o genial a define. Barrão fica pra essa resenha.

Então, amiguinhas, é isso. Tipo, não sei se eu levo alguém a conhecer algo com essa macacada toda que eu faço, mas dessa vez eu tentei. Como bem definiram no RateYourMusic, "isso seria o som do My Bloody Valentine, se eles tivessem nascido no inferno". Merda de comparação, mas é isso mesmo. Vale a pena conferir como algo consegue ser light, e, ao mesmo tempo, devastador. O disco surte o seguinte efeito: Tu vai se sentir como se estivesse jogadão no chão do quarto, num belo dia de chuva. Santa viadagem, Batman!