Ian Anderson, vocal, flauta, violão. Martin Barre, guitarra, descant recorder. Clive Bunker, centenas de baterias, percussão. John Evan, piano, orgão, mellotron. Jeffrey Hammond-Hammond, baixo, vozes estranhas.


Faixas:
Aqualung
1. Aqualung
2. Cross-Eyed Mary
3. Cheap Day Return
4. Mother Goose
5. Wond’ring Aloud
6. Up To Me

My God
7. My God
8. Hymn 43
9. Slipstream
10. Locomotive Breath
11. Wind-Up 


Jethro Tull  - Aqualung (1971)

Por zambinha

Aqualung do Jethro tull, pode ser resumido deste modo: Trata-se de um disco onde existe uma lírica e perfeita fusão eletro-acústica que soa magnífica desde a primeira vez que a escutei em uma vitrola rudimentar com alto falante embutido na tampa, em 1971. Como não foi composto e gravado na era digital, podemos afirmar que no seu Lado A havia predomínio da parte elétrica e no lado B da parte acústica. Nenhum é melhor que outro e vice versa.Ambos são maravilhosos! De fato, se considerarmos a própria faixa de abertura, e que do título ao trabalho, percebe-se o que chamei de fusão eletroacústica.Seu riff avassalador e consagrado como um clássico me arrepia até hoje, com a mesma intensidade e emoção, assim coma flauta na introdução de Cross- Eye Mary ou a perfeição harmônica e melódica dos primeiros acordes do violão em My God, e na verdade, de todo o resto desta monumental faixa que revela a importância do Jethro de Ian Anderson e Martin Barre para a música progressiva do séculoXX. Quando o Jethro lançou Aqualung, passou a entrar definitivamente para o rol dos notáveis. O que dizer de Locomotive Breath e de todas as faixas deste disco ?. Desafio qualquer um, simpatizante ou não de progressivo, a discordar que Aqualung é um obra prima no gênero, imprescindível, obrigatória, cujo conhecimento é essencial. Se o velho da capa é Anderson ou não pouco importa. Compre um exemplar de Aqualung e escute-o pelo resto de sua vida. Com certeza vc o fará com a mesmo prazer e admiração todas às vezes.