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Bill
Bruford, percussões. Robert Fripp, guitarras, mellotron.
John Wetton, baixo, vocal.
Convidados
Mark Charig, corneta. Mel Collins, sax soprando.
David Cross, violino. Ian McDonald, sax alto.
Robin Miller, oboé.
Faixas:
1. Red (6:16)
2. Fallen Angel (6:04)
3. One More Red Nightmare (7:07)
4. Providence (8:11)
5. Starless (12:18)
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King
Crimson
- Red (1974)
Por Relayer
Este talvez seja O álbum de
rock progressivo, na sua capa já se tem uma idea
do que ele representa, com as caras de Fripp,
Bruford e Wetton estampadas sobre um fundo preto,
lendas que tornaram King Crimson/Red possível e
fantástico. Começamos então com a própria
'Red' uma música instrumental, baseada em um riff
meio industrial de Fripp, a banda já abre bem no
humor do álbum, é única e se tornou uma
favorita de 'ao vivos'. Segue então 'Fallen
Angel' que começa como uma balada, uma ótima
balada se fosse, mas se transforma em muito mais
do que isso com improvisações de metais e
ótimas passagens instrumentais, certamente uma
das minhas favoritas. Faixa 3, 'One More Red
Nightmare', sim mais um pesadelo do Red,
caracterizado pelas estranhas percussões e vocais
relativamentos insanos de Wetton, também é
ótima em suas partes instrumentais. 'Providence'
é uma faixa experimental que parece ser de outro
álbum, com bastante violino, linhas distordas e
frenéticas de baixo e características guitarras
ambientais de Fripp, a música já vale pela
incrível bateria do Bruford, a essa música é a
parte R.I.O do King Crimson. 'Red' acaba então
com a música mais bela e extraordinária que o
King Crimson já fez, 'Starless', começando com
um mellotron apoiado pela bateria e uma linda
melodia que Fripp faz na guitarra com um timbre
único e característico, o vocal de Wetton é
perfeito lembrando as vezes em espírito a também
grandiosa 'Epitaph', eu divido essa música em
duas partes, a primeira parte com vocal que é
linda e fantástica e a segunda parte instrumental
que é tão fantástica quanto, o que divide as
duas partes e entra na segunda é a base de uma
nota só de Fripp que se transforma em um solo de
uma nota só! E se encaixa tão bem conforme a
música vai crescendo e se transformando em uma
instrumentação caótica que dá partida aos
solos de sax dos dois mestre do rock no assunto
Mel Collins e Ian McDonald, e música que tem
entorno de 12 minutos não acaba por aqui.
'Starless' e o álbum 'Red' são o auge do King
Crimson e o último dessa fase mais sinfônica e
com essa formação, uma pena. Este álbum não é
excencial, ele é vital, nenhum fan de rock
progressivo consegue viver sem ele, eu pelo menos
não consigo.
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