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Jorg
Gotzfried, baixo, vocal. Andy Kirnberger, guitarra.
Bruno Kniesmeijer, bateria, percussão. Hans Otto
Pusch, teclados. Thomas Schmitt, flauta, violino, teclados, vocal.
Rudolph Schon, percussão, vocal.
Faixas:
1. The Clown
And The Queen
2.
Moldau
3.
Friend
4.
City Monster
5.
Alone
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Pell
Mell - Marburg (1972) Por
zambinha
O Pell
Mell original foi formado em Marburg, na Alemanha
em 1971.(Não confundi-lo com uma banda americana
instrumental, também denominada Pell Mell, de
indie rock, formada em 1989). Seu primeiro disco
leva o nome da cidade natal do grupo. A bandas lançou
quatro álbuns entre 72 e 78. ( Marburg, From the
New World , Only Star e Rapsody was. Embora a crítica
especializada considere Only a star, um dos
melhores álbuns simphonicos de rock alemão,
gravado em 76/77, acho Marburg de 1972,mais
original e de certo modo não superado por nenhum
dos trabalhos subsequentes desta banda. Sua
característica fundamental é o
psicodelismo-progressivo numa fusão de rara
beleza complexidade e lirismo que nos remete
irremediavelmente a época dos melhores
progressivos italianos, contemporâneos a ele. Ele
nos oferece um detalhe muito interessante que se
baseia na presença de dois guitarristas na banda,
de estilos bem diferentes, tocando em contra
pontos lembrando segmentos do tipo "Gentle
Giant" Se levarmos em conta que estávamos em
1972, a música representava um progressivo de
vanguarda para época onde surgiam muitas trilhas
de filmes e seriados que continham músicas de
grupos com Amon Düül II ( época do Phallus dei
) e Freeman Brothers. Ë mais um ótima sugestão
na linha prog psicodélica e que vem ratificar de
certo modo que o rock progressivo alemão não era
só industrial, pesado e pouco criativo como
muitos críticos apontam, mas sim incorporava
elementos clássicos e sinfônicos e folclóricos
que se identificavam com o gênero.
Por guitarzeus
Este foi
um dos últimos álbums que escutei, pareceu valer
uma resenha. Liderada pelo violinista Thomas
Schmitt, esta é uma excelente banda alemâ que
vai além do krautrock industrial bem como os
experimentalismos eletrônicos (que sinceramente não
me atraem). Pell Mell caracteriza-se por um
proto-prog metal sinfônico cujas influências vão
desde musica clássica moderna a Amon Duul II,
Triumvirat ou mesmo uma levada psych-rock. O vocal
na primeira faixa e em alguns outros momentos pode
soar estridente mas quando cantado com
naturalidade ouve-se uma bela voz. Sendo possível
passar por cima deste "efeito
colateral", este é um excelente disco do
qual eu passei a apreciar mais depois das
primeiras audições.
A versão para Moldau de Bedrich Smetana é
simplesmente divina e inspiradora, um momento de
grande lirismo recheada de belos violinos, flauta
e hammond. É a única faixa instrumental do disco
e talvez por isso minha favorita, já recomenda
pelo menos uma audição. Não prestei atenção
nas letras das demais, mas a temática parece ser
nacionalista, assim como é a obra de Smetana
chamada Má Vlást (Minha Pátria). Como já
comentei, dificilmente me pego escutando prog alemão,
mas muitos consideram este disco um clássico do
mesmo.
Marcus
(18/12/2002)
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