Wagner Tiso, teclados. Luís Alves, baixo. Robertinho Silva, bateria. Tavito, guitarra.


Faixas:
1. Armina

2. A 3

3. Armina (Vinheta 1)

4. A nº 2

5. A Matança do Porco

6. Armina (Vinheta 2)

7. Bolero

8. Mar Azul

9. Armina (Vinheta 3)


 

Som Imaginário - A Matança do Porco (1973)

Por Relayer

O banda Som Imaginário de Minas Gerais foi primeiramente formada no início dos anos 70  para apoiar Milton Nascimento em seus shows e até participaram em um dos seus discos ("Milton"). Entre as influências da banda pode se citar jazz, música clássica, MPB, jazz brasileiro, clube da esquina e rock, uma mistura balanceada que gera um som único e extraordianário. Os teclados de Wagner Tiso são ótimos com melodias extremamente cativantes e de muito bom gosto, destaque também para as passagens de guitarra, com um timbre sujo muito agradável. Som Imaginário lançou um total de 3 álbums sendo "A Matança do Porco" o último e com a diferença da liderança de Tiso nas composições. Ele é inteiramente instrumental, e o vocal, quando utilizado, tem fim estritamente instrumental. Destaco todas as Arminas do álbum (que seguem um tema que  se diferencia faixa a faixa pelos arranjos), e a faixa título.

Este talvez seja o melhor álbum de rock fusion nacional, eu particularmente não conheço outra banda que tenha tido tanto sucesso nessa mistura de influências, nesse passo quase óbvio que se mostra concreto e inventivo, o do Fusion bossa nova. 

Bruno Delazzeri