Nic Potter, baixo. Peter Hammill, guitarra, teclados, vocal. Guy Evans, bateria, percussão, timpano. Graham Smith, violino, viola.


Faixas:
1. Lizard Play 
2. The Habit of the Broken Heart 
3. The Siren Song 
4. Last Frame 
5. The Wave 
6. Cat's Eye/Yellow Fever (Running) 
7. The Sphinx in the Face 
8. Chemical World 
9. Sphinx Returns 


Van der Graaf Generator  - The Quiet Zone/The Pleasure Dome (1977)

Por zambinha

Dilacerado, o Van der Graaf não mais Generator, uma das mais vanguardistas bandas da história do progressivo reestrutura-se e grava a última e diferente obra de estúdio chamada The Quiet Zone The Pleasure Dome", O Van der Graaf, em toda sua carreira, sempre acreditou que a música não deve estar sujeitas a regras, limitações impostas, nem a convenções generalizadas. Assim foi até seu último trabalho em 1978. Nesta época, o Van der Graaf, de Hammil e Evans continuou e reincorporou Nic Potter e mais uma vez pediu a colaboração de Jackson, como convidado especial para este disco. Recrutou o violinista do String Driving Thing, Graham Smith e de fato gravou dois trabalhos em um, inclusive com capas distintas, Tanto no The Quite Zone quanto no The Peasure Dome predominam timbragens acústicas, sendo poucos os chamados momentos elétricos. Com grande destaque para o violino esta obra interessantíssima do Van der Graaf merece ser conhecida. Nela v/c encontra duas canções belíssimas. The siren song ( lado A) e The wave (lado B. Suas melodias são melancólicas, lindas e apoiam-se no piano simples executado por Hammil, uma vez que Banton já não mais participava e sua ausência tenha sido duramente sentida, mas Hammil é fenomenal e tentou se superar. Last frame e Cat's Eve/ Yellow fever são ótimos momentos do disco, embora, para alguns, aquela magia da formação original não estivesse mais ali. Todas as composições são de Hammil. Talvez este trabalho realmente não seja um compendio de maravilhas quanto Pawn Hearts, mas também não deve ser encarado , em minha modesta opinião, tão somente como um "item de colecionador". Posso imaginar que v/c o apreciará, por sua distinção e pelo esforço que representou termos o Van Der Graaf por mais um ano. Para se ter um idéia de como eles eram realmente diferentes, a banda encerrou sua carreira no Marquee, em Londres, 1978, com Vital. Um show ao vivo numa retrospectiva maravilhosa de sua carreira. Considero-o uma das mais criativas bandas de rock progressivo do século XX.