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Bill
Bruford - baterias, percussão. Tony Kaye
- órgão, piano. Peter Banks - guitarra,
vocais. Chris Squire - baixo, vocais. Jon
Anderson - vocal principal, percussão.
Faixas:
1.
Beyond and before - 4:50
2. I see you - 6:33
3. Yestarday and today - 2:37
4. Looking around - 3:49
5. Harold land - 5:26
6. Every little thing - 5:24
7. Sweetness - 4:19
8. Survival - 6:01
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Yes
- Yes (1969) Por
Steve
Hillage
Em 1.968, na Inglaterra surgia um grupo de músicos
que trabalhariam em contrapartida na formação de
uma banda de rock progressivo de estilo sinfônico
e que encantariam no decorrer dos anos com o
passar do tempo gerações e mais gerações com
seus inúmeros sucessos musicais. Essa banda que
nascia neste ano era o "YES". Mas as
raizes da formação da mesma estão um pouquinho
mais atrás. Aproximadamente entre o ano de
1.962/1.963 surgia uma banda com o nome
"Warriors", e contava com um vocalista e
um dos integrantes vitais do Yes que mais tarde
surgiria chamado Jon Anderson, por outro lado por
volta de 1.965 uma banda denominada "The
Syn" continha o baixista Chris Squire e o
guitarrista Peter Banks. Com o tempo em fins do
ano de 1.967 estas tres personalidades se
encontrariam em cenario nos bares londrinos e
juntos formaria uma banda que no ano seguinte se
denominaria como "Mabel Greer´s Toy
Shop". A idéia era tocar algo bem
relacionado ao estilo rythym blues, mas em pouco
tempo o trio fica sem baterista e eles então
tentam recrutar um por meio de anúncio do Melody
Maker e surge um de excelente tamanho que era Bill
Bruford com excelente dominínio no estilo e
incluindo jazz e rock. O tecladista Tony Kaye que
vinha de uma banda chamada "Bittersweet"
fecha a equipe e em Junho de 1.968. Eles tocam os
estilos de época e muitas covers nos pubs britânicos
apresentando nos pequenos shows algo como os The
Beatles, Fifth Dimension, Traffic e ora alguma
coisa fortemente do estilo erudito de Leonard
Bernstein como "America",
"Something´s coming",
"Tonight" and "Maria"
timidamente algum material próprio. Peter Banks
sugere o previamente nome "Yes" até que
alguém criasse outro melhor, mas aparentemente
acabou que ficou definitivamente esse mesmo antes
deles começarem os ensaios nos estúdios. Naquela
época, já em 1.969 existia em cenário do RP o
Soft Machine, Pink Floyd, Procol Harum, The Nice e
um pouco mais tardar o King Crimson Assinam com a
Atlantic Records, gravadora de muito prestígio
onde já tinha por um outro lado uma banda de
contrapeso da época que também assinava no mesmo
ano de 1.969 e era o Led Zeppelin e estavam em início
de carreira assim como eles. Com ajuda do produtor
Paul Clay e editam o primeiro trabalho
simplesmente com o nome da própria banda:
"Yes". A prensagem gráfica tem
oficialmente duas capas: uma com o nome do Yes bem
grandão dentro de um balão enorme que ocupa a
capa totalmente e o outro com uma foto da banda em
seu line-up da gravação. Detalhe: o logotipo lançado
dentro do balão seria marca registrada por um bom
tempo. O album apresentava covers dos The Beatles
e de Bing Crosby e já se percebe a autoria das
demais faixas do compositor Jon Anderson e outras
em parceria com Chris Squire. Em termos de rock
progressivo ainda pouco se percebe pois a banda
aparentava estar ainda "ensaiando" sem
um rumo certo claro que pouquíssimas pessoas que
gostam do Yes consideram esse o melhor trabalho, só
no album seguinte Time and a word (1.970) estariam
de fato demonstrando o RP que com o passar do
tempo apresentariam, era apenas um começo. Não
foram muito bem recebidos pela crítica como o público
apesar de terem uma oportunidade de poderem se
apresentar no Marquee Club ao lado de Janis Joplin
e o Cream. Foi de fato um trabalho meramente esforçado
pois é apenas por observar o calibre dos músicos
que pertenciam nesta banda. Os vocais dos músicos
seriam a marca registrada do grupo além de é
claro a própria música. Outro detalhe curioso no
que diz a respeito deste trabalho de estréia da
banda é que praticamente nos trabalhos oficiais
ao vivo nenhuma das faixas são apresentadas com
excessão do album Beyond and before (1.998) que
apresentam exclusivamente o material que forma os
dois primeiros trabalhos do Yes, além da faixa
"Survival" que está apresentada em
outra versão, mas regida com orquestra no album
Symphonic music of Yes de 1.993 regida por David
Palmer.
"Beyond and before" - Inicia com a
guitarra e baixo entrando juntos e ai entra
suavemente o vocal de Jon Anderson acalmando os
instrumentos, vai ficando crescente soando um
tanto de The Beatles. Os vocais são ainda reforçados
no refrão até que a música se finaliza
suavemente com um violão acústico de Peter
Banks.
"I see you" - É a maior faixa do album,
apesar de ter um pouco mais de 6:30 de música é
um tanto repetitiva e é um cover de Bing Crosby.
Aqui vale uma atenção nos vocais mesmo a faixa
sendo repetitiva vale conferir. Na parte solo da música,
fica até que tranquila com a guitarra coordenando
as coisas.
"Yesterday and today" - é a menor de
todas, mesmo sendo menor é uma baladinha simples
e agradável que no caso o acompanhamento do vocal
é feito pelo piano de Tony Kaye. Simples,
totalmente simples.
"Looking around" - chegou a ser editada
como single e inicia com a entrada do órgão
Hammond de Kaye acompanhada através da bateria de
Bruford. Possui também uma forte presença nos
vocais ficando crescente nos dois refrões até
que entra na parte solo da música a nitidez da
guitarra de Banks. Dai voltam o refrão com os
vocais novamente fazendo presença finalizando a
faixa.
"Harold land" - é talvez uma das faixas
de timbre de rock progressivo e o detalhe
interessante é o dominio dos teclados de Kaye
sendo acompanhada pelo resto da instrumentação
pois a mesma tem uma abertura em que Kaye chega a
"varrer" com as mãos o órgão como
Keith Emerson fazia ainda em seus tempos de The
Nice e inclusive a mesma melodia de abertura é a
que vai encerrando a faixa. Repentinamente, é
interrompido pela bateria e o baixo numa sucessão
de acordes entra o vocal de Jon Anderson citando a
letra acompanhada desta vez por um piano e é
repetida nos 02 refrões.
"Every little thing" - é um cover dos
The Beatles também foi editada em single e tem
uma introdução instrumental em que a bateria tem
uma presença muito forte acompanhada pela
guitarra quando a música começa a ficar
ralentando Jon Anderson inicia os versos da faixa
sendo posteriormente tomado por um coro de vocais
da própria banda e repetem mais duas vezes a
instrumentação
"Sweetness" - é uma das faixas mais
calmas também que possui no album e foi editado
também em single. Inicia com um teclado entrando
o baixo de Chris Squire e seguido da guitarra de
Peter Banks começando a entrar um coro antes de
Jon Anderson iniciar a cantoria solo e são
repetidas as mesmas melodias sem muitos destaques
até que a guitarra termina finalizando a faixa
com um ruído de "choro"
"Survival" - é também outra faixa que
seria uma das mais progressivas deste primeiro
trabalho da banda e tem muitas variações a música.
Inicia com a entrada do baixo interrompida pela
guitarra e bateria ficando crescente junto aos
teclados de Banks é entretanto apenas a abertura
que vai progredindo repetidamente até que inicia
um violão acústico aguardando o vocal de
Anderson entrar em cena ficando calmamente até
que quando começam o restante da banda a cantarem
juntos a música vai crescendo e repete-se nos
dois refrões quando antes de iniciar o final
retornam a mesma melodia que deu início a faixa.
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